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A práxis do orientador educacional

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A práxis do orientador educacional como agente importante da equipe gestora democrática e o seu papel frente o desenvolvimento de aprendizagem significativa do cidadão crítico reflexivo

Nara Rúbia Miranda Silva[1]

publicado em 08/09/2010

RESUMO
A complexidade do processo do ensino depende, para seu desenvolvimento e aperfeiçoamento, de ação coletiva, de espírito de equipe, sendo este o grande desafio da gestão educacional. A direção da escola, além de uma das funções do processo organizacional, é um imperativo social e pedagógico. Os objetivos da orientação estão intrinsecamente ligados aos objetivos gerais da educação e, no contexto da escola, associa-se a esta nos seus objetivos mais específicos. A complexidade do processo do ensino depende, para seu desenvolvimento e aperfeiçoamento, de ação coletiva, de espírito de equipe, sendo este o grande desafio da gestão educacional. A dimensão pedagógica da orientação educacional hoje está muito mais abrangente, existe a mediação entre educadores e demais protagonistas da escola numa ação mais efetiva da qualidade nas escolas. Portanto, a importância de se compreender a práxis do Orientador Educacional como agente importante da equipe gestora democrática e o seu papel frente o desenvolvimento de aprendizagem significativa do cidadão crítico reflexivo. Palavras-Chave: Gestão Educacional; Orientador Educacional; Práxis; Ação Coletiva.

1 - INTRODUÇÃO

O referido artigo trata-se de proporcionar uma reflexão sobre as dimensões da gestão democrática no contexto educacional e o papel do orientador educacional como membro importante da equipe gestora, pois estamos em um país que se diz democrático e a verdade é bem diferente, claro que não vou negar que já alcançamos grandes objetivos, mas devemos trabalhar muito para isso.

Analiso que a educação é um processo, e não um produto a ser entregue de forma padronizada. A democratização deve ser buscada enquanto instrumento para promover a qualidade, portanto um novo conceito se expressa menos em termos de produção de documentos anuais ou planos e mais em termos de processo de trabalho conjunto e de longo prazo, envolvendo toda a equipe da escola e comunidade.

Pois a gestão democrática é, portanto, atitude e método.

A atitude democrática é necessária, mas não é suficiente. Precisamos de métodos democráticos de efetivo exercício da democracia. Ela também é um aprendizado, demanda tempo, atenção e trabalho. (GADOTTI, 1980, p.4)

Gestão é uma expressão que ganhou corpo no contexto educacional acompanhando uma mudança de paradigma no encaminhamento das questões desta área. Em linhas gerais, é caracterizada pelo reconhecimento da importância da participação consciente e esclarecida das pessoas nas decisões sobre a orientação e planejamento de seu trabalho. O conceito de gestão está associado ao fortalecimento da democratização do processo pedagógico, à participação responsável de todos nas decisões necessárias e na sua efetivação mediante um compromisso coletivo com resultados educacionais cada vez mais efetivos e significativos.

A promoção de uma gestão educacional democrática e participativa está associada ao compartilhamento de responsabilidades no processo de tomada de decisão entre os diversos níveis e segmentos de autoridade do sistema educacional. Desse modo, as unidades de ensino poderiam, em seu interior, praticar a busca de soluções próprias para seus problemas e, portanto, mais adequadas às suas necessidades e expectativas, segundo os princípios de autonomia e participação.

É importante notar que a ideia de gestão educacional desenvolve-se associada a outras ideias globalizantes e dinâmicas em educação, como, por exemplo, o destaque à sua dimensão política e social, ação para a transformação, globalização, participação, práxis, cidadania, etc.

A expressão “gestão educacional”, comumente utilizada para designar a ação dos dirigentes, surge, por conseguinte, em substituição a "administração educacional", para representar não apenas novas ideias, mas sim um novo paradigma, que busca estabelecer na instituição uma orientação transformadora, a partir da dinamização de rede de relações que ocorrem, dialeticamente, no seu contexto interno e externo.

Essa consciência sobre gestão, superando à de administração - resultado do movimento social, associado à democratização das organizações - demanda a participação ativa de todos que atuam na sociedade para a tomada de decisão, pelo planejamento participativo, e a capacidade de resposta urgente aos problemas da existência e da funcionalidade das organizações.

A complexidade do processo do ensino depende, para seu desenvolvimento e aperfeiçoamento, de ação coletiva, de espírito de equipe, sendo este o grande desafio da gestão educacional.

A descentralização dos processos de direção e tomada de decisões em educação, a democratização dos processos de gestão da escola, estabelecidos na Constituição Nacional, e a consequente construção da autonomia da escola demandam o desenvolvimento de espírito de equipe e noção de gestão compartilhada nas instituições de ensino, em todos os níveis.

É primordial que o administrador escolar assuma, antes de tudo, a condição de educador, que seja um educador por excelência, “dado que no âmbito da unidade escolar, lhe compete a responsabilidade máxima em relação à preservação do caráter educativo da instituição escolar”. (SAVIANI, 2002).

A instituição escolar é lugar de aprendizado de conhecimentos, de desenvolvimento de capacidades intelectuais, sociais, afetivas, éticas e estéticas e também de formação de competências para a participação na vida social, econômica e cultural. Esse entendimento mais restrito de participação identifica-se com a idéia de escola como espaço de aprendizagem, como comunidade democrática de aprendizagem.

Onde a escola deixa de ser uma redoma, em lugar fechado e separado da realidade, para conquistar o status de comunidade educativa que interage com a sociedade civil, pois os órgãos deliberativos da escola, os pais, os professores e os alunos vão aprendendo a sentirem-se responsáveis pelas decisões que os afetam em um âmbito mais amplo da sociedade, pois a participação da comunidade possibilita à população o conhecimento e a avaliação dos serviços oferecidos e a intervenção organizada da vida escolar.

A direção da escola, além de uma das funções do processo organizacional, é um imperativo social e pedagógico.

Ela vai além da mobilização das pessoas para a realização eficaz das atividades, pois implica intencionalidade, definição de um rumo educativo, tomada de posição ante objetivos escolares sociais e políticos.

Entende-se por áreas de atuação as atividades básicas que identificam uma instituição escolar e asseguram seu funcionamento, assim como o papel do Orientador Educacional tendo em vista a melhor aprendizagem dos alunos, Conforme se tem assinalado, as atividades e as forma de organização e de gestão da escola podem favorecer ou prejudicar o alcance dos objetivos pedagógicos. Por essa razão, as áreas de ação ou de atividades são organizadas e geridas para dar apoio pedagógico ao trabalho escolar, especialmente naquilo que auxiliam os professores em seu exercício profissional na escola e na sala de aula.

2 - ORIENTADOR EDUCACIONAL FRENTE À PRÁXIS DEMOCRÁTICA

Portanto, a importância de se compreender a práxis do Orientador Educacional como agente importante da equipe gestora democrática e o seu papel frente o desenvolvimento de aprendizagem significativa do cidadão crítico reflexivo.

A orientação educacional desenvolveu-se principalmente dentro das escolas e mesmo que suas atividades, hoje, se tenham alargado até o âmbito das empresas, a ideia de orientação acha-se muito associada àquelas instituições.

Os objetivos da orientação estão intrinsecamente ligados aos objetivos gerais da educação e, no contexto da escola, associa-se a esta nos seus objetivos mais específicos. Isto, porém, não quer dizer que a orientação não tenha seus objetivos próprios.

À medida que ele ajuda o indivíduo a compreenderem-se a si mesmo, a compreender os outros e o seu meio, exerce funções de caráter educativo que, entretanto, vão depender de tarefas específicas para que sejam atingidos os objetivos.

A orientação educacional, ao estabelecer uma relação de ajuda, auxilia os indivíduos no exercício de suas opções básicas e conscientes, levando-se em conta sempre os valores, normas, ideias, costumes do grupo a que o indivíduo pertence.

Observamos, pois, que muitas forças atuam sobre o indivíduo, dificultando a sua auto percepção e a percepção com clareza, do meio em que vive.

A importância da orientação educacional foi sendo ampliada; pois, à medida que ela ajuda a educação, ajuda, também, a responder aos reclamos da sociedade atual: procura constante de valores pelos jovens; conflito de gerações; transferência da responsabilidade da família para a escola; sede do novo e do imediato; especializações que surgem a todo o momento, solicitações cada vez maiores dos meios de comunicação, exigências que o aluno reclama no atendimento de suas potencialidades e no seu ajuste sócio emocional.

O processo de orientação manteve, sempre, estreitas relações com as tentativas pedagógicas, sendo o seu trabalho desenvolvido e a partir do que dela se esperava nas diversas concepções. Os objetivos da orientação educacional eram muito claros e precisos quando a mesma tinha a sua abordagem na área psicológica, na medida em que houve mudança, no enfoque da orientação, com ênfase nos aspectos sociológicos.

Os objetivos deixaram de ser claros e precisos. Isto é confirmado pela documentação legal que proclama determinados objetivos e a prática efetivada de ser claros e precisos.

A obrigatoriedade da orientação educacional, nas escolas de 1a e 2o graus, conforme determina o art. 10 da lei 5692/71, sem legitimidade de seus objetivos e propósitos por parte dos educadores, não garantiu a eficiência de seus resultados. Arrastamos, por longas décadas, uma história de orientação educacional tecida de vários abordados pedagógicos, assimilado desde o risco de bordado terapêutico, até o molde de um bordado apresentado legalmente. (GRINSPUN, 2002)

No entendimento do que é orientação educacional, encontram-se alguns pontos diferenciados, como sejam as diversidades de atribuições, funções de acordo com as concepções e áreas do conhecimento e a identidade do profissional, que chegou a ser visto como fora da esfera pedagógica.

Tomando a orientação educacional como uma colaboradora do processo pedagógico, observamos uma atuação, hoje, de forma clara e transparente nos novos paradigmas das ciências humanas voltadas para as exigências e novas necessidades do mundo.

O objetivo não é mais o ajustamento do aluno à escola, família ou sociedade, e sim a formação do cidadão para uma participação mais consciente no mundo que vive. Hoje está mobilizada com outros fatores que não apenas unicamente cuida e ajuda os “alunos com problemas”. Há necessidade de nos inserirmos em uma nova abordagem de orientação, voltada para “construção” de um cidadão que esteja mais comprometido com seu tempo e sua gente. Pretende-se trabalhar com o aluno no desenvolvimento do seu processo de cidadania, trabalhando a subjetividade e a intersubjetividade, obtido através do diálogo nas relações estabelecidas.

É pelo diálogo que os homens, nas condições de indivíduos cidadãos, constroem a integibilidade das relações sociais. Trata-se, pois, de eliminar tudo aquilo que possa prejudicar a comunicação entre as pessoas, pois só através dela se pode chegar a um mínimo de consenso. “A cidadania aparece como objetiva, através da qual indivíduos livrem concordam em construir e viver numa sociedade melhor”. (GRINSPUN, 2002, p.13).

Partimos de uma orientação voltada para a individualização e chegamos a uma orientação coletiva e participativa. Sob a influência de novas abordagens educacionais podemos traçar um novo paradigma para a orientação educacional, não mais alicerçada no perfil da ajuda ao aluno em uma dimensão psicológica, mas sim no perfil de colaborar com esse mesmo aluno na sua formação de cidadania. O trabalho do orientador envolve, além dos aspectos políticos e sociais do cidadão. A orientação educacional procurará compreender e ajudar o aluno inserido no seu próprio contexto, com sua cultura e seus próprios valores.

Quando se fala em orientação educacional, inúmeros conceitos vêm à tona, dependendo da fundamentação ou do posicionamento que se tem a respeito da área. Paralelamente a este quadro há postura dos próprios orientadores. A orientação era caracterizada, sempre, como um processo, uma ação, um método, um trabalho cujos objetivos eram apresentados como: o aluno e sua personalidade, e cujos objetivos indiretos diziam respeito ao desenvolvimento das potencialidades, a auto realização na esfera família pessoal escola e social, à solução dos problemas e ajustamento dos alunos.

A dimensão pedagógica da orientação educacional hoje estar muito mais abrangente, existe a mediação entre educadores e demais protagonistas da escola numa ação mais efetiva da qualidade nas escolas. O orientador está mais voltado para o compromisso com a cidadania e o caráter da subjetividade dos alunos. Ao contrário da orientação individual, reforça-se a orientação coletiva (a escola e a sociedade), onde as questões contextuais envolvem contradições e conflitos como realizações bem sucedidas buscam-se uma realidade da década de 90 os novos acontecimentos tomam outros rumos na orientação educacional, tem um papel mais significativo junto à educação, nos anos seguintes. A Educação passa a ser coadjuvante na prática docente.

Hoje a Lei de Diretrizes e Bases 9394/96 não traz a obrigatoriedade da orientação educacional, mesmo assim o profissional tem mais espaço junto aos protagonistas da escola, um trabalho pedagógico integrado.

A orientação, hoje, tem que desenvolver através de um trabalho participativo, onde o currículo deve ser construído por todos. E a interdisciplinaridade deve ser buscada, para uma melhor compreensão do processo pedagógico da escola. (GRINSPUN, 2002, p.27).

A interdisciplinaridade é vista como um projeto a ser viabilizado nas escolas, constituído de múltiplas disciplinas, atividades, o trabalho é conjunto, integrado, todos comprometidos com o processo e os resultados. Sendo assim a orientação educacional deve hoje estar comprometida.

· Construção do conhecimento, relação sujeito, com objetividade e subjetividade do mundo, considerada um momento individual de internalização.
· Realidade de vida dos alunos.
· Valorização dos saberes, saber pensar, saber criar, saber agir saber.
· Prática sócia, como empreendimento coletivo.
· Indivíduos de decisões pessoais e sociais.
· A rede de subjetividade construída na escola e por ela.
· Planejamento e efetivação do projeto político-pedagógico.

A orientação educacional sempre está buscando fundamentação teórica de sua área, ao caracterizarmos a orientação como área de educação estamos inserindo a educação nas dimensões sociais, culturais, políticas e econômicas onde ela ocorre. Há uma única concepção, um re-significado, mas as ações os projetos devem estar de acordo com o projeto político-pedagógico de cada escola. De acordo com (GRINSPUN, 2002, p.30):

Trabalho do orientador deve: Explicar as contradições a partir de uma realidade concreta, promovendo as articulações necessárias, as mediações possíveis, para que possamos ter uma educação mais justa, mais solidária e democrática.

Mesmo que ainda existam conflitos de paradigmas nas escolas, só uma orientação contextualizada poderá mostrar as alternativas de que a escola dispõe para que o seu papel seja de aliada e parceria. Sendo assim cumprirá com os seus objetivos de formação de um verdadeiro cidadão.

Como a prática do orientador está vinculada a pedagogia precisa-se conhecer o que acontece dentro e fora da escola, avaliação currículo, os métodos de ensino e também o como se aprende, o trabalho com os grupos e a comunidade, a alfabetização as questões relativas à aquisição da linguagem e à produção do conhecimento e a pesquisa. (PENTEADO, 2000 p.16).

3 - CONCLUSÃO

Há algo de fundamental no trabalho do orientador educacional hoje, além do comprometimento com os problemas de ensino aprendizagem, é preciso lutar para que a escola não perca a dimensão humana. Devemos cada vez criar oportunidades para alunos, pais e professores discutirem questões presentes no dia-a-dia, com isso conseguirem soluções sobre as consequências para caminharem nessa ou naquela direção.

Assumir a responsabilidade na direção, com isso desnudar o real e os mitos da sociedade, como deve agir o professor libertador como diz Paulo Freire (1996) “o orientador pode e deve criar oportunidade de debates e troca de experiências na escola”. Com esta postura a educação produzirá homens críticos e conscientes das suas possibilidades e limites dentro da sociedade.

4 - REFERÊNCIAS:

ALARCÃO, Isabel (org). Formação Reflexiva de Professores. Coleção CIDINI Portugal, ed. Porto, 1996.
BASTOS, João Baptista. Gestão Democrática, org.- Rio de Janeiro: DP&A: SEPE, 1999.
BRASIL, Ministério da Educação. Referenciais para a formação de professores. Secretaria de educação Fundamental. 2ª ed. Brasília: 2002.
CUNHA, Maria Isabel. O bom professor e sua Prática. 2ª ed. Campinas São Paulo: Papirus, 1992.
DELORS, Jacques. Educação um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 1998.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia - saberes necessários à prática Educativa. Paz e Terra, São Paulo: 1996.
GADOTTI, Moacir (Coord). Educação e Sociedade. Ano II-nº6. São Paulo: Cortez, 1980.
GRINSPUN, Míriam P. S. Zippin. A orientação Educacional: conflitos, paradigmas e alternativas para a escola. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2002.
LAKATOS, Eva Maria. Metodologia Científica/ Lakatos, Marina de Andrade Marconi.-2º. ed. -São Paulo: Atlas, 1991.
MORIN, Edgar, A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento/ tradução Eloá Jacobina.-7º ed. - Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002. 128p.
NÉRICI, Imídeo Giusepe. Introdução à Orientação Educacional. São Paulo: Atlas, 1974.
PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública, São Paulo: Ática, 1997.
PENTEADO, Wilma M. Alves e outros. Orientação Educacional na Prática: princípios, técnicas, instrumentos, São Paulo: Pioneira, 2000.
SANTOS, Antonio Raimundo dos. Metodologia Científica: A construção do conhecimento. -3º. ed. - Rio de Janeiro: DP&A Editora, 2000.
SAVIANI, Demerval. Escola e democracia: teorias da educação, curvatura da vara, onze teses sobre a educação política/ Demerval Saviane – 35º. ed. Revistas – Campinas, SP: Autores Associados, 2002 (Coleção Polêmicas do Nosso Tempo, vol. 5).
VEIGA. Ilma. Passos (org). O projeto Político Pedagógico da Escola: uma construção possível. 2ª ed. São Paulo: Papirus, 1999.
XAVIER, Antonio Carlos da Ressurreição.Gestão Escolar: desafios e tendências/ José Amaral Sobrinho, Fátima Marra, org.-Brasília: IPEA, 1994.


[1] Mestre em Educação pela UPE-Espanha; Especialista em Psicopedagogia Institucional-UVA-RJ; Pedagoga com Habilitação em Orientação Educacional e Supervisão Escolar-CESB-GO. Professora da Universidade Estadual de Goiás-UEG, Faculdade CESB; Faculdade Fortium e Examinadora do DETRAN-GO. Como ser citado: SILVA, Nara Rúbia Miranda. A práxis do orientador educacional como agente importante da equipe gestora democrática e o seu papel frente o desenvolvimento de aprendizagem significativa do cidadão crítico reflexivo.
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. p.eletrônica . Setembro de 2010. Disponível em <www.partes.com.br/educacao/praxisdorientador.asp>.


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